Gorda pode?! vídeos

Essa roupa não me serve!!

04/07/2017

Quantas vezes, você minha amiga, não sofreu por não entrar numa roupa que, TEORICAMENTE, ela seria do seu número? Quantas vezes você se martirizou por conta disso, se xingou, se odiou? Achou que tava tudo errado e que não deveria ter comido aquele x-bacon ontem?

Pois é, acredito que grande parcela da população feminina sofre ou já sofreu desse mal, inclusive eu também, mas hoje tia Pri quer conversar com vocês e mostrar uma coisa pra vocês.

Desde muito cedo, a mulher aprende que tem que ter um corpo perfeito para que seja aceita na sociedade. Atire a primeira pedra se você nunca ouvi a seguinte frase “mulher tem que se cuidar. Homem não gosta de mulher gorda, isso é sinal de desleixo”. Tenho quase certeza que a grande maioria já ouviu isso, ou qualquer frase que tenha a mesma essência, só mudando as colocações.

E parece que tudo é regido em torno dessa frase, inclusive quando você vai comprar ROUPAS. Imagina que absurdo fazer um 48 que seja 48 mesmo, mas não, ele tem que aparentar 38 e, como se não bastasse, a grande maioria se sente frustrada por não entrar nesse 48.

O que está bem errado, não é seu corpo, minha amiga. A verdade é que ninguém liga se você é gorda ou magra  – o que as pessoas ligam mesmo é cuidar da vida alheia e ofender, porque sair por cima em uma determinada situação, faz com que as pessoas se sintam empoderadas. É aquela velha história: crescer pisando nos outros.

O que está errado é essa mania mundial das pessoas acharem que existe só um padrão de corpo, sem levar em conta a nacionalidade, a genética e a raça. Sim, são fatores que influenciam nos corpos – e ainda bem! Imagina que porre ia ser se todo mundo fosse igual?

Eu sou uma brasileira com sangue italiano, logo tenho algumas partes mais avantajadas do que outras, diferente de uma americana, uma europeia, uma japonesa, uma africana. Diferente de você que tem uma genética diferente da minha, uma descendência diferente da minha e, logo, um corpo diferente do meu.

Eu e e você podemos usar o 48, teoricamente, mas em mim fica apertado e em você fica largo, porque somos diferentes. E parece que as marcas não abriram os olhos para isso ainda, e que a mulher tem que viver nessa eterna luta contra o provador de roupas para que seja aceita nessa sociedade. Hoje, quando eu vejo que algumas marcas começaram a pensar diferente, como a Tintoria Jeans e a Slink Jeans (e isso nem é jabá) fico feliz e  admirada por essa nova preocupação, de realmente querer atender a todos os públicos.

O mundo realmente precisa entender que numerações não definem quem somos. São apenas números. O que vai nos definir é nosso caráter, nossa essência, e graças ao bom Deus, somos diferentes.

Então, minha amiga, quando entrar num provador, lembre-se que os números variam, mas não maltrate seu corpo. Ele é sua identidade, ele é seu cartão de visita e é ele que te torna única e especial. Ame-se, mas somente pra você e mais ninguém.


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